Hello Guys! Conheçam o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano.

Hello Guys! Conheçam o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano.

O Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) é uma entidade de fomento da pesquisa e preservação histórico-geográfica, cultural e de ciências sociais do estado brasileiro de Pernambuco, localizada na cidade do Recife . Inaugurado no dia 28 de janeiro de 1862, é o mais antigo instituto histórico regional do Brasil, e a segunda instituição dedicada à história no país, após o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

A entidade guarda recordações do passado de Pernambuco, como das primeiras guerras ocorridas no estado — a exemplo da Batalha dos Guararapes.

O instituto preserva, também, o exemplar do Preciso, único documento impresso pelos revoltosos da Revolução Pernambucana, no qual se detalham as ações a serem realizadas pelo governo recém-constituído, além da prensa usada para imprimi-lo.

O Instituto teve suas origens, segundo pesquisadores, a partir de críticas feitas pelo Imperador Pedro II, quando da sua visita ao Recife, em 1859, sobre o descaso e a indiferença dos intelectuais pernambucanos quanto ao passado histórico do estado.

A instituição foi fundada por um grupo de intelectuais progressistas da Faculdade de Direito do Recife no ano de 1862 constituindo-se no primeiro instituto regional do Brasil. O primeiro presidente eleito foi o Monsenhor Francisco Muniz Tavares. Conserva em seu vasto acervo, documentos e objetos relativos à memória de Pernambuco, com destaque para a biblioteca, composta por cerca de 16 mil volumes, entre livros, mapas e outras raridades, como um exemplar do Atlas Vingboons, uma coluna em pedra com o brasão que serviu como marco divisório entre as capitanias de Pernambuco e Itamaracá, os bustos de Frei Caneca, retratos a óleo e quadros de personalidades como Maurício de Nassau entre outras preciosidades. A sessão magna do IAHGP ocorre anualmente no dia 28 de janeiro e celebra a Restauração Pernambucana.

No início, funcionou em dependência do Convento do Carmo, posteriormente na Biblioteca Pública Provincial do mosteiro de São Francisco e depois em um prédio na praça da Concórdia, que hoje é chamada de praça Joaquim Nabuco. De 1912 a 1919, se instalou no Ginásio Pernambucano e que depois se mudou, definitivamente, para o prédio número 130, na Rua do Hospício. Um casarão patriarcal com dois andares, porta larga na entrada, três janelas e varanda, e se localiza próximo ao Teatro do Parque.

O museu guarda documentos e relíquias que são consideradas importantes para a memorização da história pernambucana. Como por exemplo: o marco que serviu como divisão entre as capitanias de Pernambuco e Itamaracá, os bustos de Frei Caneca, Mário Melo, Alfredo de Carvalho e Oliveira Lima, estampas preciosas do Recife Antigo e muito mais. Todo esse acervo é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Foi arquitetado um elevador para melhorar o acesso de pessoas que são portadoras de necessidades especiais de locomoção. Sem ele, a maior parte das relíquias estavam inacessíveis, pois ficavam no segundo andar da construção. A Presidente do instituto, Margarida Cantarelli, reproduziu, após a reforma, um ambiente hospitaleiro e acessível para a rede pública. 

O Instituto contém peculiaridades, como a xícara que o político João Pessoa segurava no momento em que foi assassinado, no Recife, e o equipamento de impressão para a primeira edição do Diário de Pernambuco em 1930. Além das obras do elevador, construíram rampas na parte de trás e os banheiros e os pisos ficaram aptos às necessidades dos deficientes e idosos.

As reformas, a fim de aprimorar a acessibilidade do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano, foram finalizadas. Os móveis e vitrines receberam modificações técnicas para assegurar que pessoas com dificuldade de locomoção e com adversidade na visão possam usufruir de todo o conjunto. Comemorando 155 anos em 2017, é o Instituto mais antigo do país, pois deu início em pesquisas científicas e na conservação de objetos antigos.

A maior parte da sede do instituto já está restaurada, contudo, ainda existem reformas a serem feitas e finalizadas. 

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See You Tomorrow! Bye.....

Flaviana Gomes

15, Agosto de 2017